{"id":95800,"date":"2025-02-06T11:28:16","date_gmt":"2025-02-06T14:28:16","guid":{"rendered":"https:\/\/cbl.org.br\/?p=95800"},"modified":"2025-02-06T13:10:24","modified_gmt":"2025-02-06T16:10:24","slug":"com-preco-igual-49-dos-brasileiros-preferem-comprar-em-livrarias-fisicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cbl.org.br\/en\/2025\/02\/com-preco-igual-49-dos-brasileiros-preferem-comprar-em-livrarias-fisicas\/","title":{"rendered":"Com pre\u00e7o igual, 49% dos brasileiros preferem comprar em livrarias f\u00edsicas e 44% on-line"},"content":{"rendered":"<ul>\n<li><em>2\u00aa edi\u00e7\u00e3o da pesquisa Panorama do Consumo de Livros, da C\u00e2mara Brasileira do Livro, aprofunda an\u00e1lise de pre\u00e7o, demografia e compara\u00e7\u00e3o com outros bens culturais<\/em><\/li>\n<li><em>Estudo mostra que 42% das pessoas adquiriram at\u00e9 5 obras nos \u00faltimos 12 meses<\/em><\/li>\n<li><em>56% compraram apenas livros f\u00edsicos e 77% pretendem fazer novas aquisi\u00e7\u00f5es nos pr\u00f3ximos tr\u00eas meses<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A pesquisa \u201cPanorama do Consumo de Livros\u201d, da C\u00e2mara Brasileira do Livro (CBL) e realizada pela Nielsen BookData, aponta que 49% dos brasileiros prefeririam comprar livros em lojas f\u00edsicas, caso os pre\u00e7os fossem equivalentes, enquanto 44% optariam por lojas online. Al\u00e9m disso, 42% dos consumidores adquiriram entre 3 e 5 livros no \u00faltimo ano, e 11,5% compraram mais de 10 obras.<\/p>\n<p>As mulheres representam 62% dos consumidores que adquiriram mais de 10 livros nos \u00faltimos 12 meses. Dentre elas, 41% pertencem \u00e0 classe B, predominante no Nordeste, e 39% \u00e0 classe C, com maior concentra\u00e7\u00e3o no Sudeste.<\/p>\n<p>As principais raz\u00f5es para a compra de um livro foram para crescimento pessoal e lazer. No comparativo com outras atividades culturais, o livro foi a segunda categoria mais consumida (16%), atr\u00e1s apenas do cinema (19%). J\u00e1 a compra de ingressos para shows ocupou a terceira posi\u00e7\u00e3o (11%).<\/p>\n<p>\u201cChegamos \u00e0 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o da pesquisa Panorama do Consumo de Livros, desenvolvida para tra\u00e7ar o perfil e os h\u00e1bitos dos compradores de livros no Brasil. Este levantamento nos permite acompanhar padr\u00f5es de consumo, prefer\u00eancias e comportamentos dos brasileiros, evidenciando a necessidade de a\u00e7\u00f5es efetivas para o fomento \u00e0 leitura. Este acompanhamento nos mostra que o Brasil precisa cada vez mais de pol\u00edticas s\u00e9rias e eficientes para a forma\u00e7\u00e3o de leitores e o fortalecimento do livro\u201d, afirma Sevani Matos, presidente da C\u00e2mara Brasileira do Livro.<\/p>\n<p>Quanto aos h\u00e1bitos de compra, 55% dos consumidores preferem adquirir livros online, atra\u00eddos pelas ofertas e pela conveni\u00eancia. Por outro lado, 39% optam pela compra presencial, valorizando a experi\u00eancia de manusear o livro antes da compra, a disponibilidade imediata e a maior variedade de t\u00edtulos.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos pre\u00e7os, os consumidores consideram os livros para entretenimento e lazer (48%) e os livros infantis e juvenis (40%) nem caros nem baratos. J\u00e1 os livros escolares (55%) e os livros voltados para aprimoramento pessoal e profissional (41%) foram classificados pela maioria como caros.<\/p>\n<p>\u201cEsta edi\u00e7\u00e3o mostrou que os livros voltados para entretenimento\/lazer e os t\u00edtulos infantis\/juvenis n\u00e3o s\u00e3o considerados caros pelos consumidores. Isso indica que o pre\u00e7o n\u00e3o representa uma barreira para a aquisi\u00e7\u00e3o desses livros. Al\u00e9m disso, comparado a outras atividades culturais, o livro foi a segunda categoria cultural mais consumida no pa\u00eds, ficando apenas atr\u00e1s de cinema. O estudo tamb\u00e9m refor\u00e7a que as mulheres s\u00e3o as maiores consumidoras de livros do Brasil\u201d, ressalta Mariana Bueno, coordenadora de pesquisas econ\u00f4micas e setoriais da Nielsen BookData.<\/p>\n<p>Sobre os formatos, 56% dos consumidores compraram exclusivamente livros impressos nos \u00faltimos 12 meses, enquanto 14% adquiriram apenas livros digitais. Outros 30% compraram tanto impressos quanto digitais.<\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m aponta que, na \u00faltima compra presencial, os g\u00eaneros mais procurados foram: n\u00e3o-fic\u00e7\u00e3o para adultos (59,9%), fic\u00e7\u00e3o adulta (36,7%) e cient\u00edfico, t\u00e9cnico e profissional (14,2%). J\u00e1 na \u00faltima compra online, os g\u00eaneros mais populares foram: n\u00e3o-fic\u00e7\u00e3o para adultos (57,7%), fic\u00e7\u00e3o adulta (39,3%) e cient\u00edfico, t\u00e9cnico e profissional (15,1%).<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o compradores<br \/>\n<\/strong>O estudo apurou que 84% dos n\u00e3o compradores reconhecem a leitura como uma atividade importante. A falta de tempo (31,8%) \u00e9 o principal motivo apontado pelos n\u00e3o consumidores para n\u00e3o terem adquirido nenhum livro nos \u00faltimos 12 meses. O acesso a PDFs e a disponibilidade de livros digitais gratuitos, somados, ocupam a segunda posi\u00e7\u00e3o, sendo mencionados por 32,4% dos n\u00e3o consumidores. J\u00e1 o pre\u00e7o aparece em terceiro lugar, apontado por 16,7%.<\/p>\n<p>Entre os fatores que desmotivam a aquisi\u00e7\u00e3o de livros, destacam-se o pre\u00e7o (35,5%), a falta de livrarias na regi\u00e3o (26,2%) e a falta de tempo para ler (24,2%). A percep\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o elevado aparece em rela\u00e7\u00e3o a outros bens culturais. Para 52% das pessoas, os ingressos para shows s\u00e3o caros, enquanto partidas de futebol em est\u00e1dios (44%) e canais esportivos pay-per-view (37%) tamb\u00e9m s\u00e3o considerados financeiramente inacess\u00edveis por uma parcela significativa do p\u00fablico.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise por classe social mostra que a percep\u00e7\u00e3o sobre o pre\u00e7o varia entre os grupos econ\u00f4micos. Para as classes A e B, o fator pre\u00e7o pesa mais (50% e 48%, respectivamente), enquanto, entre as classes C e DE, esse percentual \u00e9 menor (46% e 42%).<\/p>\n<p>Quando questionados sobre quais livros tentaram ou gostariam de ter comprado, mas consideraram caros, a maioria dos n\u00e3o consumidores (35%) mencionou t\u00edtulos voltados ao aprimoramento pessoal e profissional.<\/p>\n<p><strong>Metodologia<br \/>\n<\/strong>Este estudo analisou o comportamento de compra de livros no Brasil atrav\u00e9s de uma metodologia rigorosa, envolvendo 16 mil entrevistas com pessoas maiores de 18 anos, cobrindo todas as regi\u00f5es (Sudeste, Sul, Norte, Nordeste, Centro-Oeste) e estratos socioecon\u00f4micos (A, B, C, DE). O estudo, realizado entre 14 e 20 de outubro de 2024, incluiu tanto compradores quanto n\u00e3o compradores de livros, garantindo uma ampla representatividade com uma margem de erro de apenas 0,8% e um n\u00edvel de confian\u00e7a de 95%.<\/p>\n<p>Acesse <a href=\"https:\/\/u26168555.ct.sendgrid.net\/ls\/click?upn=u001.o2WWhd-2FB9j-2BNkmr5L-2FK5Dq0JNH1wud-2FpqyPs-2F51eBs-2BC2WoIAI471qyrangCfQzBje8oAVWaFL1wLp0w8hbpydnZj5e5Jj5oufZDvgn1wrvjVerrg04Vzr4MuCzrkBlXALq5Nkcrspn-2F6-2FMbJCIjF-2FNH8AUhkB7u83-2Brh4DLR2f8L5hnOlbEV6Cu7GktofSJvwxa4cfaGAIcH5byBNh4mjscyj7UYsqcvzJWIZsLsX-2BUwEdsEciSOu6I1JJm7Jm44ZiNljMNNr4KPbQoFZUV7Q-3D-3DGma5_iSYgjT9m-2BCq1O2WXpweCzE1Bz4H8wTZeWa3Z-2BG5FyDNwuqr9e0-2BpOLULZbQMDlFIrcNZNrAEEomcuSoRb9UFw9NzjT2LJauvcuE3T42aWPS8C8o8ymtlntl-2FYcIGlCSQ8StqY6vlZKtGNHABXQh-2FtMO2SHcSAPnVMvrpqOsOGXGij8uqBB2uWowrTeoA5wqKpD0RYUwjhLMkPr0DHRD6tT3vWXZ-2BBoug-2FasqrabjnDFCalS9k-2F9sQ86HLexYZu2Bks0GyjgxMG9bj8Z3MAx4LHPP5wp6eLFcrcKK51j-2FIeSJu4du6wj3oIUI-2FElHxn7R\">aqui<\/a> a pesquisa completa!<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>2\u00aa edi\u00e7\u00e3o da pesquisa Panorama do Consumo de Livros, da C\u00e2mara Brasileira do Livro, aprofunda an\u00e1lise de pre\u00e7o, demografia e compara\u00e7\u00e3o com outros bens culturais Estudo mostra que 42% das pessoas adquiriram at\u00e9 5 obras nos \u00faltimos 12 meses 56% compraram apenas livros f\u00edsicos e 77% pretendem fazer novas aquisi\u00e7\u00f5es nos pr\u00f3ximos tr\u00eas meses &nbsp; [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":95887,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-95800","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nao-categorizado"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cbl.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95800","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cbl.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cbl.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cbl.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cbl.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=95800"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.cbl.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95800\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":95931,"href":"https:\/\/www.cbl.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/95800\/revisions\/95931"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cbl.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/95887"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cbl.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=95800"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cbl.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=95800"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cbl.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=95800"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}